O projeto CEINAV - Cultural Encounters in Intervention Against Violence (2013-2016) (orçamento do projeto: 172.150€) adotou uma dupla abordagem a encontros culturais no modo como atuam no sentido de ética, justiça e cidadania, através de um foco na proteção de direitos fundamentais de mulheres e crianças. O projeto resulta de uma parceira entre a Alemanha, Inglaterra, Portugal e a Eslovénia, e foi coordenado pela Professora Emérita Carol Hagenann-White, da Universidade de Osnabrueck, Alemanha. O projeto foi financiado pela HERA.
A coordenação do projeto ficou a cargo de Maria José Magalhães.
Em 201-2015, o projeto Violência de Género em Angola foi desenvolvido em parceria com a ONG “People in Need”, envolvendo dois estudos de avaliação nos municípios Kuito e Andulo, Angola. O primeiro estudo avaliou as necessidades de formação das comunidades locais, recolheu dados sobre violência de género e sobre as metodologias usadas para a combater, e avaliou, ainda, os estereótipos de género entre a população local. O segundo estudo visou a avaliação dos resultados e do impacto do projeto nas comunidades, e a análise, numa perspetiva comparativa, dos dados recolhidos nos primeiro e segundo estudos.
O projeto foi coordenado por Sofia Neves.
AMONET (Associação Portuguesa de Mulheres Cientistas)
APEM (Associação Portuguesa de Estudos sobre as Mulheres)
APS (Associação Portuguesa de Sociologia)
CIFEM- Univerdidad de Oviedo (Centro de Investigaciones Feministas)
CIG (Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género)
CIGS University of Leeds (Centre for Interdisciplinary Gender Studies)
CITE (Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego)
EIGE (European Institute for Gender Equality)
GEMMA Universidad de Granada (Erasmus Mundus Master’s Degree in Women’s and Gender Studies)
GenPORT - Portal para recursos relativos a género e ciência
ICIEG – Cabo Verde (Instituto Cabo-verdiano para a Igualdade e Equidade de Género)
IMP - Brasil (Instituto Maria da Penha)
PPDM (Plataforma Portuguesa para os Direitos das Mulheres)
REDE (Rede Portuguesa de Jovens para a Igualdade de Oportunidades entre Mulheres e Homens)
RINGS (The International Research Association of Institutions of Advanced Gender Studies)
UAb (Universidade Aberta)
UMAR (União de Mulheres Alternativa e Resposta)
UNIPAMPA- Universidade Federal de Pampa
Políticas, Direitos e Igualdade
Género e políticas públicas
Direitos Humanos
Movimentos Sociais
Movimentos de extrema-direita
Backlash
Género, Violência e Criminalidade
Sentencing
Políticas e programas de prevenção
Crime e delinquência
Violência de Género (assédio moral e sexual, violação, femicídio)
Género, Classes Sociais e Desigualdades
Trabalho pago e trabalho não pago
Economia
Desenvolvimento
Migrações e globalizações
Educação e cidadania
Sexualidades, Diversidade e Identidades
Discriminações: racismo, xenofobia, homofobia
Estudos LGBTQIA+
Estudos queer
Estudos sobre deficiência
Estudos sobre feminismo negro
Estudos dos Media, Culturais e Artísticos
Género
Tecnologia
Inteligência Artificial
Espaço, Territórios, Meio Ambiente e Ecologia
Género, espaço e território: casa, cidade, planeta
Alterações climáticas e meio ambiente
Ecofeminismo
Famílias e Relações de Intimidade
Género, Corpo e Saúde
Masculinidades
Estudos Pós-coloniais e Colonialidade/Estudos Decoloniais
Coordenação: Anália Torres e Paula Campos Pinto
Objetivos:
Com a criação de um curso de Mestrado em Família e Género no ISCSP visa-se fornecer uma formação interdisciplinar nas temáticas referidas juntando um conjunto de doutorados/as e de especialistas de diferentes áreas científicas que abordam transversalmente a temática do género e da família.
São os seguintes os objetivos deste novo ciclo de estudos:
1. Proporcionar uma formação de nível aprofundado nos domínios da família e do género capaz de contrapor informação rigorosa aos discursos ideológicos e desinformados.
2. Criar uma oferta de 2º ciclo única no país, já que pretende reunir no quadro da mesma oferta pedagógica investigadores/as e especialistas que se encontram em geral dispersos/as pelas suas diferentes áreas científicas.
3. Contribuir para a análise das dinâmicas familiares e das relações de género através de uma estreita articulação com centros de investigação, designadamente os sediados no ISCSP.
Para outras informações relativas ao Mestrado em Família e Género e outros Mestrados do ISCSP-ULisboa, consultar esta página.
Em 2014, o CIEG foi a entidade selecionada, por via de concurso público, a realizar o Inquérito Nacional sobre Comportamentos Aditivos em Meio Prisional, com um orçamento de projeto de 199.960€. O projeto consistiu num inquérito aplicado a uma amostra representativa de reclusos em prisões portuguesas, com o objetivo de averiguar as práticas e comportamentos dos reclusos relativos a problemas de saúde, com particular enfoque em toxicodependência, álcool e jogo. Na análise, foi adotada uma abordagem de género, num projeto financiado pelo SICAD - Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências, do Ministério da Saúde.
O projeto foi coordenado por Anália Torres, e fazia parte da equipa de investigação R. Mendes, S. Gaspar, C. Oliveira, C. Dias, R. B. Fonseca.
Em 2013, decorreu o projeto de investigação, Women, Disability and Human Rights in the Middle East (2012-2013) (orçamento do projeto: 19.600€), uma colaboração entre o CAPP/ISCSP e a Universidade de York (Toronto, Canadá). A pesquisa envolveu a formação de 12 mulheres com deficiência de cinco países – Egito, Sudão, Iémen, Jordânia e os Territórios Palestinianos – para a realização de um estudo sobre os seus direitos através da recolha e análise de legislação e políticas-chave em três áreas (violência contra mulheres, acesso à justiça e participação política), assim como a elaboração de um relatório tendo por base esses dados e a investigação documental. Financiado pela organização internacional Stars of Hope, a equipa incluiu: Paula Campo Pinto (coordenadora) e Diana Teixeira (investigadora assistente).
Financiada pela Stars of Hope e desenvolvida em colaboração com a Disibility Rights Promotion International (DRPI), este estudo tem como objetivo a monitorização dos direitos humanos das mulheres com deficiência em cinco países do Médio Oriente: Jordânia, Iémen, Sudão, Egito e os Territórios Palestinianos.
Desta pesquisa resultou um relatório, a partir da informação recolhida através da lei DRPI e do Policity Monitoring Template. Esta ferramenta de análise foi desenvolvida para recolher, avaliar, reportar e rastrear informação acerca dos direitos de pessoas com deficiência identificadas nas leis, políticas e programas nacionais, usando como referência os princípios e direitos estabelecidos na Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (CRPD) e outros instrumentos de direitos humanos internacionais.
Neste projeto, o Template DRPI foi adaptado de modo a tornar claro o foco no género. Neste sentido, a ferramenta permitirá identificar até que ponto a legislação e políticas nacionais protegem e promovem os direitos humanos de mulheres com deficiência na prática.
O projeto foi coordenado por Paula Campos Pinto e teve como parceiros a Disability Rights Promotion International e a Universidade de York.
Em 2013, o CIEG foi a entidade selecionada, por concurso público, para realizar o estudo de avaliação do IV Programa Nacional para a Igualdade de Género, Cidadania e Não discriminação, o II Programa de Ação para a Eliminação da Mutilação Genital Feminina e a Plano Nacional de Ação para Implementação da Resolução n.º 1325 (orçamento do projeto: 61.525€), promovido pela Comissão para a CIdadania e Igualdade de Género (CIG). O estudo avaliou a implementação destes planos nacionais e, do mesmo, resultou a elaboração de recomendações para a melhoria das políticas públicas no âmbito da igualdade de género e não discriminação.
O projeto foi coordenado por Anália Torres, e a equipa composta por Paula Campos Pinto, Bernardo Coelho, Helena Sant'Ana e Dália Costa.
Em 2013, o CIEG foi selecionado, por concurso público, para realizar a Avaliação das candidaturas à 10.ª edição do Prémio Igualdade é Qualidade, para a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) (orçamento do projeto: 19.639€). O projeto consistiu numa avalição técnica sistemática das nove candidaturas submetidas ao prémio Igualdade é Qualidade, que tem por objetivo premiar empreendimentos, instituições (públicas ou privadas) e trabalhadores/trabalhadoras que se distingam pelo desenvolvimento de políticas de igualdade de género no trabalho, no recrutamento e formação, assim como pela adoção de políticas ou medidas de articulação da vida profissional, familiar e pessoal.
Integradas na equipa do projeto estavam Anália Torres, Helena Sant'Ana e Dália Costa.
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